Mai 26 2006

Primeira turma do SENAI Anchieta

Foi bom mas acabou! Acabou o curso da minha primeira turma no SENAI Anchieta, a turma de “Webmaster”. E na aula de encerramento assistimos juntos ao filme “Os Piratas do Vale do Silício”.

E não foi fácil! Mas valeu a pena.

Levei o arquivo de vídeo em formato .avi com um arquivo de legenda em formato .sub. Como eu sabia que precisaria de um player com suporte à legenda, levei num outro CD os arquivos de instalação do BSPlayer e do DivX.

As dificuldades começaram logo ao instalar o BSPlayer, pois ele pedia uma conexão com a internet para poder terminar a instalação, o que descartou a possibilidade de usar este player.

Instalei o DivX e este não estava conseguindo exibir a legenda, minha sorte foir que o aluno que está no canto inferior direito da foto, Maico, havia me pedido um CD com o Kurumin gravado.

Tomei este CD em mãos, coloquei no computador portátil que estavamos utilizando e logo o Kurumin Linux estava iniciado. Daí montei a partição do Windows, acessei o diretório o qual eu havia copiado os arquivos do filme (vídeo e legenda), dei um duplo-clique no arquivo e imediatamente o caffeine abriu-se perguntando qual arquivo eu escolheria como legenda.

Escolhi a melhor opção e então pudemos desfrutar do filme.

Filme este que em minha opinião deveria fazer parte do currículo escolar nas aulas de história geral, pois todo o acontecimento tratado no filme interferiu grandemente no rumo da história mundial.

Você já assistiu a este filme? Já usou o Kurumin para rolar vídeos? Já fez aula no Senai?

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Mar 14 2006

Acessibilidade em alta (Parte II)

Muitos se assustam com tamanha preocupação com relação à acessibilidade de páginas da web, quando conhecem iniciativas como o WAT-C. E lendo o artigo do Bruno Torres até se acalmam um pouco, e se interessa também.

E por incrível que parece uma iniciativa que usa o Internet Explorer serve para testar a acessibilidade de páginas, um artigo do meu amigo Maurício Samy no iMasters, que descreve uma barra de ferramentas para IE que traz vários recursos.

Vale a pena ler o artigo e a página tutorial no site do Maurício.

Mande seu comentário aqui, já que no iMasters fazer isto é chato e desmotivante, não tem como recuperar a senha, rsrsrs, perdi a minha.


Mar 14 2006

Acessibilidade em alta (Part I)

Meu leitor de RSS baixou hoje um link de um post no site do Diego Eis, com o título Acessibilidade não é Altruísmo, achei o título interessante e cliquei para ler muito rapidamente, e antes de abrir o link eu refleti um pouco sobre o título e me perguntei: O que é Altruísmo?

Me perdoem se não conheço todas as palavras do nosso enorme idioma.

Abri então um site de dicionário eletrônico para ler o significado da palavra antes mesmo de ler o que significa o tal termo. Encontrei o seguinte:

Altruísmo

Datação
1891 cf. FA

Acepções
■ substantivo masculino
1    Rubrica: filosofia.
     segundo o pensamento de Comte (1798-1857), tendência ou inclinação de natureza instintiva que incita o ser humano à preocupação com o outro e que, não obstante sua atuação espontânea, deve ser aprimorada pela educação positivista, evitando-se assim a ação antagônica dos instintos naturais do egoísmo
1.1    amor desinteressado ao próximo; filantropia, abnegação

Etimologia
fr. altruisme (1852); voc. criado, em 1830, por Augusto Comte ou Andrieux, um de seus professores na escola politécnica, a partir de autrui ‘outro’ (< lat. alter) sob o modelo de égoisme; ver alter-

Sinônimos
ver sinonímia de beneficência e desprendimento

Antônimos
egoísmo, filáucia, misantropia; ver tb. antonímia de desprendimento e sinonímia de malevolência

Só assim poderia eu entender o artigo. Artigo este que na verdade não era do Diego, mas sim do Bruno Torres. O tableless apenas estava indicando o link do artigo. Leiam, é muito bom, eu gostei e até postei um comentário lá.


Fev 20 2006

E é o fim do FrontPage (demorou)!!

Vi hoje no site da info-exame uma notícia que me alegrou o coração: Microsoft vai descontinuar FrontPage!

Muitos de meus alunos que iniciam o curso de web design no SENAI, iniciam o curso já tendo tido alguma experiência na criação de páginas html. E o grande problema é que a maioria deles teve um primeiro contato com esta linguagem através do M$ FrontPage, que como todos sabem, não cria códigos complacentes aos padrões web.

E estes alunos são os que geralmente sentem mais dificultade em aprender corretamente, devido aos maus hábitos adquiridos quando usavam o tal programa.

Responsável por grande parte dos códigos extremamente sujos das páginas de toda a web, este software já vai tarde. Só espero que as novas ferramentas que a gigante de software criou, sejam boas com relação ao resultado produzido, pois caso contrário, estão trocando seis por meia-dúzia.

Um abraço ao Elton! Rsrsrsrs brincadeira, nada pessoal.



Abr 8 2005

AULA: Quanto cobrar por um web site!?

Uma das perguntas mais freqüêntes feitas a mim pelos meus alunos é a seguinte: Professor, quanto cobrar por um web site?. Penso que se deva cobrar levando em consideração 4 fatores:

  1. Tempo de trabalho: Você deve fazer um planejamento para calcular quanto tempo (em horas trabalhadas) vai gastar no desenvolvimento do site. E isto serve para qualquer outro serviço, como o desenvolvimento de um software ou a digitação de um documento; “É muito mais caro uma blusa de lã feita a mão do que uma industrializada”.
  2. Sua experiência: Deve-se levar em consideração a sua experiência profissional. Não é racional cobrar muito tendo acabado de concluir um curso básico de web, assim como não é viável cobrar pouco tendo já um bom portfólio e uma boa experiência. “Aquela mesma blusa feita por uma artesã experiente, ficará bem melhor que a feita por uma artesã novata.”
  3. As tecnologias empregadas: Quando se tem um cliente em potencial é necessário analisar o “problema”, a necessidade deste para se poder pensar na solução. E dependendo do caso você terá de usar diferentes tecnologias. Tecnologias estas que têm seus graus de dificuldade, altos ou baixos. Quanto maior o grau de dificuldade da tecnologia aplicada na solução, e quanto maior foi seu custo (tempo gasto ou dinheiro investido) para aprender esta tecnologia, mais valioso fica seu trabalho. “A artesã que investe em material de última geração para criar seus trabalhos agrega valor ao seu produto final”
  4. Valor mínimo: É necessário estipular um valor mínimo para seu trabalho, um valor pelo qual valha um compromisso de fazer um site. Não vale a pena ficar barateando e se submetendo a pechinchas de clientes pão-duros. Pois assim chega um momento em que você trabalha demais de ganha de menos. Exemplo:
    • Existem quatro clientes em potencial que você está disputando com algum concorrente seu.
    • Você vai barateando seu preço, de acordo com as informações sobre os preços do concorrente. Informações estas que os clientes que pechincham passam à você.
    • Você vai barateando e consegue um dos 4, continua barateando e consegue o 2º, continua cedendo e conquista mais um. Mas, por algum motivo desconhecido por você, o outro cliente fechou com o concorrente, mesmo você tendo cedido à todas as exigências de preço do mesmo.
    • Começando o trabalho. Você terá que dar prazos aos seus clientes; terá que cumprir estes prazos; trabalhará 3 vezes mais que seu concorrente; e provavelmente vai receber a mesma grana, ou pouco coisa mais.
    • No fim; você terá trabalhado sob pressão e terá o resultado de cada trabalho com uma qualidade mais baixa que teria se não tivesse esta pressão, terá uma recompensa baixa por causa dos transtornos e não terá clientes 100% satisfeitos, que por este motivo provavelmente não farão aquela propaganda boca-a-boca tão desejada pelos profissionais free-lancers (que trabalham por conta).

Um plano de cobrança.

  • Estipule a si próprio um valor que se deseja ganhar por hora de trabalho (X).
  • Depois analise a necessidade do cliente e varie um pouco o valor da hora dependendo da tecnologia empregada ou do tempo estimado para o projeto (se for muito longo, reduza um pouco o valor da hora e vice-versa).
  • Calcule o tempo de projeto e some a este tempo mais uns 15 ou 20 por cento (por causa dos imprevistos).
  • Multiplique o valor desejado pela quantidade de horas de trabalho e obtenha o valor do projeto.

E para poder causar conforto no cliente com relação ao valor investido por ele no projeto, é interessante que você saiba mais algumas coisas que são ditas no artigo do Cezar Calligaris no site Web Insider.